Domingo, 3 de Janeiro de 2010

2010

- Quando chega à meia noite do novo ano, quando tenho as uvas numa mão e o copo de champanhe na outra, quando chega a essa altura, nunca sei o que fazer com os meus desejos.

O que será assim tão importante que me faça "desperdiçar" um desejo com aquilo?

Sáude pra família, sorte nos estudos, essas coisas que até são importantes, talvez sim. E de resto? Vou pedir o quê?

Um ipod novo? Uma Cannon dos anos 80? Uma namorada nova?

Nada disso vai fazer-me perder a cabeça, nada disso é essencial para que 2010 me corra melhor.

Então, acabo por repetir desejos. Foi o que acabou por acontecer este ano.

Mas repetir desejos faz o quê, já agora? Faz com que ele se torne mesmo verdade?, ou pelo contrário dá azar e faz com que não se realize mesmo? Não faço ideia.

Talvez seja melhor fazer uma lista de desejos ao longo do ano, e quando chegar ao dia talvez posso vir a saber o que pedir.

 

Por conveniência, um óptimo 2010 e que os desejos que pediram sirvam para alguma coisa

 

para ouvir: Death Cab For Cutie - The New Year
publicado por la vie en long-métrage às 01:57

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Segunda-feira, 31 de Agosto de 2009

boa viagem, porra!

Boa viagem é um cliché. Mas não um daqueles despropositados que nenhum valor tem. Boa viagem é um bom cliché, e uma boa coisa a desejar-se a alguém.

Recentemente tenho desejado boa viagem várias vezes, e espantosamente às mesmas pessoas. Um dos meus melhores amigos tentou partir com os pais para França por duas vezes nestes últimos dias - e sim!, é um dos meus melhores amigos mesmo vivendo em França. Estamos pouco tempos juntos durante o ano, mas é um dos meus melhores amigos (só para verem como têm andado as coisas por cá). Passámos grande parte das férias juntos; partilhamos uma casa durante uma semana apenas com outro amigo; formámos os três uma banda, e ainda este fim de semana o John e eu estivemos a acabar de compor duas músicas (ele tratava da guitarra e eu das letras)  - e não conseguiu seguir viagem. Espanha implicou com eles!

Quarta-feira, na primeira despedida e véspera da primeira tentativa de viagem, lá fui eu para a Amorosa despedir-me do John, dos pais dele, e da bichete claro! :D nesse dia disse pela primeira vez as duas palavras: "Boa viagem". De nada valeram! Indo eles em Espanha, o jipe decidiu avariar em Vigo. Má sorte, visto que os senhores da Mercedes tinham dado-lhes a garantia que o carro estava em perfeitas condições para a viagem. Bem, lá voltaram para trás para partirem hoje de manhã. De taxi, visto que o jipe não ia ficar pronto a tempo. Um balúrdio é claro, aquilo que eles têm de pagar numa viagem até Paris. Felizmente a companhia de seguros tem de os reembolsar.  

Bem, ontem fui despedir-me outra vez de toda a gente. "Boa viagem" disse eu, mais uma vez. Acreditam que o raio do taxi também avariou?! Em Espanha! Possa, isto é má sorte! Demasiada má sorte até! Qual era a probabilidade duma coisa destas acontecer  às mesmas pessoas quando há milhões de pessoas a fazerem este trajecto nesta altura do ano? Baixíssima.

Desta vez não voltaram para trás. Outro taxi foi ao encontro deles e ficou com a difícil missão de os levar a casa. Boa viagem, porra!. E que desta vez seja mesmo BOA VIAGEM. À terceira tem de ser de vez. 

 

publicado por la vie en long-métrage às 21:42

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