Segunda-feira, 28 de Setembro de 2009

tempo

Tempo. Tempo. Aquela coisa fantástica que todos conhecemos.

Tempo para aproveitar, tempo para desperdiçar; tempo bem gasto e tempo mal gasto. Mas é tudo tempo! E tempo é uma coisa que agora já não tenho. Não tenho tempo para estar com as pessoas, não tenho tempo para descansar, não tenho tempo para cá vir!

Com estas coisas da praxe, dos exames e trabalhos a serem entregues na terceira semana de aulas, ah!, e as aulas de anatomia - que já estou seguro, vão ser uma grande dor de cabeça durante este ano  todo - não tenho tido oportunidade e também muita cabeça para cá vir.   

publicado por la vie en long-métrage às 23:41

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Sábado, 12 de Setembro de 2009

the persuit of hapiness

Isto cá dentro da minha cabeça anda uma tremenda confusão. Com estas histórias todas de faculdades, cursos, futuro e tudo o resto, não faço ideia do que fazer, para onde me virar, ando completamente pirado! 

Eu entrei no curso de Ciências da Nutrição, apenas e só porque nunca me dei ao trabalho de correr pelo que queria. E o que queria, sempre quis e não sei se alguma vez vou deixar de querer, era estudar medicina. Mas pronto, isso à partida ficou posto de parte. E então cá estou eu, matriculado num curso que não era o que queria, mas pelo menos está ligado à saúde. O que já não é mau. Mas depois pergunto-me: "Tu afinal vais para isso porquê? Por acaso vais achar alguma piada ao raio da profissão? Não vai ser uma grande seca? É verdade que vais ganhar bem, mas isso chega?". E depois de pensar nisto não mais que meio segundo respondo-me: "Bem, eu tinha de escolher uma coisa que gostasse. E medicina é o que gosto, mas como eu que estou aí no espelho sou um burro, não vou ter nada disso. Mas se calhar podia ter escolhido outra coisa, não? Por exemplo, enfermagem. Apesar de não ser aquilo que queria, anda lá próximo. Os enfermeiros estão um bocado abaixo dos médicos e há muitos desempregados, é verdade, mas isso não tem de ser mau, porra! Emigro. O quero mesmo é sair deste país... Pelo menos tinha a emoção, o ambiente, praticamente tudo aquilo que iria ter... Ou se calhar fisioterapia, já pensaste? Pelo menos sendo fisioterapeuta ia fazer alguma coisa de útil para a sociedade, e não só ajudar crianças obesas que não sabem fazer mais nada do que comer big mac's e pizzas e aquelas porcarias todas. Ou radiologia, cardiopneumoligia! Se quero um ambiente hospitalar, agora que o posso ter ando a fugir dele?"

Pois é, pois é. Isto cá dentro da cabeça não se decide. Não sabe se muda agora de curso, se ainda for a tempo, ou se faz o raio do curso em que já está matriculado. Já estou a ver que vou tirar o curso de ciências da nutrição, vou trabalhar uns tempos para juntar umas notitas e depois vou acabar na universidade a tirar um curso que realmente me encha as medidas (!) 

publicado por la vie en long-métrage às 12:26

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Sexta-feira, 11 de Setembro de 2009

agora que aprendi, milhares milhaaaareeees

 

Sempre gostei de origamis (origami é a arte japonesa de dobrar o papel.). Aquelas pequenas esculturas/obras de arte que começam do nada e acabam maravilhosamente bonitas, sempre me atraíram - apesar de nunca ter sabido bem como se faziam, quais os passos certos a dar, mesmo já tendo feito um ou outro com ajuda. Até hoje. Hoje não precisei de ajuda e arranjei forma de saber como é que se construíam certos origamis. E aprendi a fazer alguns. Principalmente os gansos e corações, que são origamis fáceis de se construírem.

Então, hoje como já sabia como se faziam e apetecia-me aprender e desenvolver  fiz alguns gansos de papel. Tenho aqui mesmo um à minha frente, que foi o primeiro que fiz hoje. Apesar disso, aquele de que mais gostei foi um que fiz à tarde. Era um ganso de papel como os outros, mas este ficou decorado com palavras mágicas que nele escrevi. Apesar de gostar dele, acabei por perdê-lo, não sei bem onde 


Mas não há problema, amanhã vou tentar descobrir onde foi que o deixei e vou juntá-lo aos muitos milhares milhaaaareeees de origamis que vou fazer a partir de hoje

publicado por la vie en long-métrage às 00:49

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Quinta-feira, 10 de Setembro de 2009

intemporal #4 - yesterday (1965)

 

publicado por la vie en long-métrage às 00:21

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Segunda-feira, 7 de Setembro de 2009

serve-te bem, porque vai demorar

 

As minhas mais recentes experiências com serviços de atendimento ao público - ou de certa forma público, já que lidam com um grande número de pessoas - têm-se mostrado verdadeiras provas de paciência.

É dito e sabido que o povo português é um povo que tem gosto em se atrasar - em tudo o que é feito. E eu sou uma dessas pessoas. Apesar de ser de forma involuntária, tenho tendência crónica para me atrasar. Chego sempre 5, 10, 20 minutitos atrasados aos compromissos. E para muitas pessoas isso é uma pontinha de charme, para outras um espelho de desleixo. Para mim é de certa forma um hábito. E este não de estimação. 

No que toca aos serviços públicos, acho que existe um certo desleixo e até gosto nisso. E não vejo nenhum mal nisso! (vejo algum, mas hoje vou fechar os olhos e dizer que não vejo nenhum.)

Há uns tempos atrás tive que ir ao hospital, uma consulta de rotina, nada de urgente. Ainda assim, e por isso mesmo, tive de marcar uma consulta e esperar pela minha vez. Até aí tudo bem, faz parte do mais comum civismo. À minha frente haviam umas dez pessoas para serem consultadas. Bem, dizer que esperei quase 3 horas para ser atendido é o mesmo que dizer que estive prestes a entrar em paranóia, sufocado com aquela espera toda. Uma pessoa desespera! Ainda por cima quando na televisão não existe nada que nos interesse, que nos entretenha.

Hoje de manhã, houve uma situação similar. Quando cheguei à faculdade para fazer a matrícula, tive de tirar uma senha para assegurar a minha vez no serviço de atendimento escolar. Mais uma vez, nada de mal, é normal. No entanto, hoje não esperei 3 horas, apenas 2 horas e meia. Mais uma vez, estive perto do desespero. Não que estivesse entediado, até porque assim tive oportunidade de conhecer as minhas futuras colegas universitárias e também conhecer as instalações da faculdade. Mas hoje estava com pressa! Haviam coisas a serem feitas. E por causa da espera não foram feitas. Mas pronto, nada de vital.


Ora bem, apesar de ser bastante paciente e de normalmente não me incomodar demasiado com os atrasos, acho que há certas coisas que devem ser revistas. Quando há pessoas com pressa, como foi o meu caso hoje, é normal que elas percam a cabeça. E a cabeça às vezes faz uma certa falta...

 

publicado por la vie en long-métrage às 21:00

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